Sem novo fornecedor, Campinas desativa motolâncias do Samu

  • 20/02/2026
(Foto: Reprodução)
Apesar da motolância ser equipada com sirenes, Júnior conta que a falta de populariade das motolâncias é uma dificuldade muitas vezes perigosa no trânsito. Estevão Mamédio/g1 Apontado como essencial para agilizar o socorro em horários de trânsito carregado, o serviço das motolâncias, atendimento realizado por motocicletas do Samu, será encerrado em Campinas (SP) em 28 de fevereiro. Segundo a Rede Mário Gatti, o serviço, ativo desde 2018, será interrompido porque a empresa responsável pela locação dos dois veículos não demonstrou interesse em renovar o contrato, e nenhum outro fornecedor apresentou disponibilidade para assumir. A rede informou que estuda retomar o trabalho das motolâncias por financiamento junto ao Ministério da Saúde, para realizar uma nova licitação. No entanto, não há prazo para que isso ocorra. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias da região em tempo real e de graça 🚨 As motolâncias, que chegam a antecipar em 10 minutos os primeiros socorros, realizaram 954 atendimentos em 2025. Ainda conforme a Rede Mário Gatti, isso corresponde a 2,4% do total atendido por todas as viaturas do Samu, que somou 39.201 ocorrências ao longo do ano. Com o fim do serviço, a partir de 1º de março os cinco enfermeiros que atuavam nas motolâncias serão realocados para as equipes das ambulâncias do Samu. A demanda antes atendida pelas motolâncias, segundo a rede, será absorvida pelas unidades de suporte básico e avançado já existentes no Samu. in Ainda de acordo com a rede, o serviço de motolância envolve custos específicos, como locação das motocicletas, equipamentos, combustível e remuneração dos profissionais de enfermagem. Com o encerramento, os recursos que eram reservados ao serviço serão aplicados "no fortalecimento e melhoria do próprio Samu". O que é o serviço? Circulando entre os carros em horários de trânsito carregado, as motolâncias chamavam a atenção com as sirenes como ambulâncias e mochilas com equipamentos de resgate. O g1 acompanhou o trabalho destes profissionais — assista no vídeo acima. Conforme os profissionais entrevistados, a estimativa é que com o uso da moto os profissionais cheguem de 5 a 10 minutos antes no local do atendimento. A maior parte das ocorrências atendidas envolve traumas, como acidentes de trânsito e quedas, e emergências clínicas, como paradas cardiorrespiratórias e hipoglicemias. O trabalho é feito em duplas. Duas motos saem juntas, cada uma com uma parte dos materiais essenciais para os primeiros socorros. Quem pilota são profissionais de enfermagem com treinamento em pilotagem e urgência. A ideia é clara: chegar antes da ambulância e iniciar o atendimento. "Embora a motolância possa, em alguns casos, chegar antes ao local, sua atuação é limitada à avaliação inicial e primeiros procedimentos, não realizando transporte nem substituindo a intervenção completa de uma viatura — especialmente nos casos de maior gravidade", informou a Prefeitura, em nota. VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no g1 Campinas

FONTE: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2026/02/20/sem-novo-fornecedor-campinas-desativa-motolancias-do-samu.ghtml


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